“Você nunca foi inútil”, disse Marina calmamente. “Eu simplesmente não percebi.”
“Você vai se arrepender disso”, disse Victor, aproximando-se e cutucando-o no peito com o cotovelo. “Você acha que dinheiro vai te salvar? Você não é ninguém! Você foi um ninguém a vida toda e sempre será!”
O pai dela deu um passo, mas Marina o deteve com um gesto.
“Saia daqui, Victor!”
“Deixe-me entrar, quero ver em que você está gastando! É meu dinheiro também! Eu tenho te apoiado!”
“Eu tenho me sustentado sozinha. E tudo o que você fez foi comer e gritar.”
Victor levantou a mão, mas seu pai agarrou seu pulso. O aperto era firme; Victor fez uma careta.
“Deixe-me ir!”
“Vá”, disse o pai suavemente. “Enquanto você ainda pode ir sozinho.”
Victor arrancou o próprio braço e recuou em direção à porta.
“Vão para o inferno! Podem morrer aqui mesmo!”
Ela girou e desapareceu. Marina fechou a porta e encostou-se nela.
“Você está bem?”, perguntou o pai.
“Estou bem.”
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