No dia 31 de dezembro, meu marido me expulsou de casa, sem um tostão. Tremendo de frio, coloquei a mão no bolso do meu velho casaco…

No dia 31 de dezembro, meu marido me expulsou de casa, sem um tostão. Tremendo de frio, coloquei a mão no bolso do meu velho casaco…

A mulher ficou paralisada.

“Mas eu não consigo…”

“Sim, você pode. Volte quando puder, é só isso.”

A mulher apertou o pacote com força; seus olhos brilhavam.

“Obrigado… Você não faz ideia do que isso significa para você neste momento.”

Quando ele saiu, o pai se aproximou de Marina.

“Você fez a coisa certa.”

“Eu sei o que é.”

Naquela noite, depois que a padaria fechou, Marina sentou-se perto da janela com uma xícara de chá. Seu pai, ao lado dela, consertava um banquinho. Lá fora, a neve derretia e as poças brilhavam no asfalto.

“No que você está pensando?”, perguntou ele.

Que coisa mais estranha.

O que há de tão estranho nisso?

Se Victor não tivesse me expulsado naquela noite, eu nunca teria encontrado o livrinho. Eu não teria sabido da sua existência. Eu o teria guardado, achando que era normal.

Seu pai deixou a ferramenta.

Para ver os tempos de cozimento completos, vá para a próxima página ou clique no botão (>) e não se esqueça de COMPARTILHAR com seus amigos do Facebook.

Post navigation

Leave a Comment

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

back to top