Isabella segurava o papel com as mãos trêmulas.
Depois de tomar banho e vestir suas roupas — simples, mas novas — ela desceu até o restaurante do hotel. Alejandro já estava lá, revisando alguns documentos em um tablet.
Quando a viu, ele se levantou.
-Bom dia.
—Obrigada… por tudo — disse ela, sentindo que aquelas palavras eram insuficientes.
Alejandro a convidou para se sentar.
—Não perguntei a ela o que aconteceu ontem à noite. Não queria pressioná-la. Mas se você quiser conversar, eu escuto.
E pela primeira vez desde a morte de seus pais, Isabella contou toda a sua história. Sem floreios. Sem exageros. Apenas a verdade.
Alejandro não a interrompeu.
Ao terminar, permaneceu em silêncio por alguns segundos.
“Minha mãe também era costureira”, disse ela finalmente. “Ela trabalhava dia e noite para que eu pudesse estudar. Ela morreu antes de ver o que eu consegui construir.”
Isabella olhou para ele surpresa.
—Eu não nasci “multimilionário”— acrescentou com um leve sorriso—. Sei o que é não ter nada.
Desta vez houve uma pausa diferente. Mais quente.
“O que você quer fazer da sua vida, Isabella?”, perguntou ele.
A pergunta a pegou de surpresa.
Ninguém lhe fazia essa pergunta há anos.
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