Talvez Clara tivesse recebido ajuda. Talvez alguém na aldeia a estivesse ajudando. Talvez ela tivesse um parente que eu desconhecia. Talvez meu dinheiro a tivesse ajudado a reconstruir sua casa.
Então senti uma pontada de ansiedade, porque algo estava errado.
Clara sempre fora econômica. Econômica. Nervosa. Ela nunca havia mudado nada sem semanas de preocupação.
Isso me deu a sensação de uma nova vida.
Não se trata apenas de sobreviver.
Fui até a porta e toquei a campainha.
O riso das crianças vinha de dentro.
E então eu ouvi uma voz.
A voz de uma mulher.
Uma voz que eu reconheceria em qualquer lugar.
Fiquei sem ar.
A porta se abriu.
Um garotinho estava parado ali, segurando um dinossauro de pelúcia. Ele me olhou com curiosidade, sem medo.
Antes que ela pudesse falar, uma voz chamou de dentro.
“Leo, quem é?”
E então ele apareceu.
Marina apareceu, usando um avental sobre um vestido simples, com o cabelo mais curto, o rosto mais saudável do que nunca e os olhos arregalados de surpresa.
Viva.
A princípio, minha mente se recusou a aceitar. Tentou reescrever a imagem. Tentou classificá-la como uma alucinação. Tentou me convencer de que a dor finalmente me levara à loucura.
Então Marina sussurrou meu nome.
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