Na manhã seguinte, enquanto Charles estava sentado com seus advogados preparando os documentos legais para o que ele acreditava ser inevitável, Elena se apresentou.
Senhor… Conheço um médico. Ele salvou meu irmão quando ninguém mais acreditava ser possível. Ele não promete milagres, mas talvez pudéssemos tentar.
Charles levantou-se de um salto. “Como ousa comparar a vida da minha filha a um remédio caseiro?” Sua voz ecoou pela sala.
Elena baixou o olhar e lágrimas brotaram em seus olhos, mas por dentro, sua convicção permaneceu firme.
Dois dias depois, o estado de Sophie piorou. Sua respiração tornou-se superficial; ela mal conseguia abrir os olhos. Charles socou a mesa em desespero.
“Tem que haver alguma coisa!”
E, de repente, ele se lembrou da expressão resoluta de Elena. Pela primeira vez em anos, engoliu o orgulho e foi procurá-la.
“Diga-me”, disse ela em voz baixa, “aquele médico ainda está vivo? Onde ele está?”
Elena assentiu com a cabeça. “O Dr. Bennett está vivo. Mas ele não trata qualquer pessoa. Aposentou-se depois de enfrentar grandes empresas farmacêuticas. Ele não confia em riqueza ou influência.”
Charles expirou lentamente. O dinheiro sempre lhe garantira soluções. Desta vez, ele não podia comprar nem mesmo esperança.
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