“Não quero ser apenas aquele que a ajudou”, disse ele honestamente. “Quero caminhar ao lado dela.”
Isabella se lembrou da noite chuvosa. Ela se lembrou da porta se fechando. Ela se lembrou do medo.
E ele entendeu algo.
Às vezes, a tempestade não vem para te destruir.
Está aqui para mudar o seu caminho.
—Então vamos caminhar juntos—ela respondeu.
Anos mais tarde, Isabella retornou a Oaxaca, não sob chuva, mas sob um céu claro. Ela abriu uma oficina de design que oferecia treinamento gratuito para jovens carentes.
Ao atravessar a antiga estrada por onde outrora caminhara sozinha e encharcada, ela fechou os olhos por um instante.
Eu não sentia mais dor.
Gratidão na solidão.
Porque naquela noite em que ele perdeu tudo… ele estava, na verdade, encontrando o início de sua nova vida.
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