Maya a encarou por um longo tempo. Pensou em sua mãe, em seu povo, nos anos de invisibilidade.
—Não sou do grupo que vai continuar a ignorar a situação—, respondeu ele.
Victoria assentiu com a cabeça, baixando o olhar.
-Eu sei.
Maya aproximou-se da xícara. Sati dormia com a boca ligeiramente aberta, calma, como se finalmente a muda fosse parar de morder.
Lá fora, a luz da manhã iluminava os jardins perfeitos da mansão. Mas lá dentro, a perfeição já não importava tanto.
O importante era isto:
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