A filha do milionário chorava todos os dias, até que a empregada obesa descobriu algo terrível em suas costas.

A filha do milionário chorava todos os dias, até que a empregada obesa descobriu algo terrível em suas costas.

Lorena tinha nove anos e morava na casa mais bonita da Quinta da Boa Vista, o condomínio fechado mais caro de Campinas. A casa tinha cinco suítes, piscina de borda infinita e garagem com quatro carros importados. O quarto de Lorena era maior que a maioria dos apartamentos, cheio de brinquedos com os quais ela quase não brincava mais.

No entanto, Lorena chorava todos os dias, sempre às 18h, quando o sol começava a se pôr e as outras crianças voltavam da natação, rindo com os pais. Lorena ficava na janela, agarrada ao ursinho de pelúcia gasto que havia pertencido à sua mãe. Sua mãe havia falecido três anos antes, vítima de um câncer de mama agressivo. Lorena tinha seis anos quando viu a mãe emagrecer, passando de 62 para 41 kg em quatro meses.

A última coisa que ela disse foi: “Cuide do papai para mim, tá bom, meu amor?” Mas Roberto não deixava ninguém cuidar dele. Ele se dedicava totalmente ao trabalho. Às 6 da manhã no escritório, à meia-noite em reuniões. Construía prédios, centros comerciais, condomínios; construía tudo, menos tempo para a filha. Um ano depois, em um evento beneficente, Roberto conheceu Carla.

Ela tinha 35 anos, um corpo esculpido na academia e um sorriso feito para enganar homens ricos e vulneráveis. Corretora de imóveis de luxo, sabia exatamente como identificar um homem falido com dinheiro no banco. Seis meses de namoro, um casamento discreto. Carla Mendonça se tornou Carla Almeida. Lorena tinha 7 anos e rezava todas as noites por uma nova mãe. O que ela ganhou foi uma víbora de salto alto.

Carla nunca batia em Lorena na frente de Roberto. Ela era esperta demais. Na frente dele, era pura doçura e ternura. “Olá, meu amor”, chamava Lorena com uma voz melosa, mas seus olhos eram gélidos. Quando Roberto aparecia, a máscara caía. “Não me chame de mãe”, Carla sibilava. “Sua mãe morreu. E sabe por quê? Porque você deu muito trabalho a ela. Câncer vem do estresse. Você a matou.”

Lorena tinha oito anos quando ouviu aquilo. Chorou tanto que vomitou. Carla não queria uma enteada. Queria a conta bancária, a casa, os carros. Lorena era apenas um obstáculo. Então, Carla fez questão de transformar a vida de Lorena num inferno calculado. Café da manhã, almoço, jantar; Lorena comia sozinha. Escola; o motorista a levava e buscava na escola.

Carla nunca compareceu a uma reunião de pais e professores. Quando a professora ligou perguntando por que Lorena estava tirando notas baixas, Carla disse: “Ela é preguiçosa, sempre foi”. E desligou. A verdade era que Lorena mal conseguia se concentrar. Suas costas doíam tanto que ela não conseguia sentar-se ereta. Na aula, ela se sentava de lado na cadeira. As outras crianças riam. Ela mordia o lábio para não chorar.

Tudo começou há oito meses. Era um sábado. Roberto estava em São Paulo finalizando um contrato. Lorena brincava na sala, montando um quebra-cabeça. Estava feliz porque tinha terminado toda a lição de casa sozinha. “Carla, olha”, disse ela, mostrando o caderno. “Terminei tudo.” Carla estava no celular, digitando furiosamente. “Ótimo, agora some.” “Mas você não quer ver? A professora disse que…” “Eu disse para sumir!” Carla se levantou, com os olhos faiscando. “Você não entende português?” “Desculpa, eu só…” “Sai da minha frente!”

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