O menino não conseguia sentar-se depois de voltar da casa da mãe — o milionário ligou para o 911.

O menino não conseguia sentar-se depois de voltar da casa da mãe — o milionário ligou para o 911.

Minha cliente sofre de depressão pós-divórcio grave. Ela não estava em seu juízo perfeito. Minha cliente documentou meticulosamente cada episódio de abuso. Isso demonstra clareza mental e premeditação. Sebastián está prestando depoimento por vídeo para evitar mais traumas. Sebastián, por que você não contou ao seu pai o que estava acontecendo antes? Porque a mamãe disse que ninguém acreditaria em mim, que todos pensariam que eu estava inventando coisas para evitar visitá-la.

Você estava com medo, muito medo. Toda sexta-feira, quando papai me deixava na casa da mamãe, eu sabia que ia apanhar de novo, mas não podia fazer nada. Sua mãe alguma vez demonstrou remorso por ter te machucado? Não. Depois de me bater, ela dizia que a culpa era minha, que se eu fosse um menino melhor, ela não precisaria me castigar.

Lágrimas são visíveis em muitos rostos no tribunal. O veredicto é unânime: culpada de todas as acusações de abuso infantil agravado. A juíza Patricia Soto, de Navarre, olha para ela com desprezo. Ela torturou o próprio filho por seis meses. Ela documentou sua crueldade vergonhosa. Ela não demonstrou nenhum remorso.

Ela foi condenada a 12 anos de prisão, além da perda definitiva do poder familiar. Quando for libertada, terá uma ordem de restrição permanente, proibindo-a de se aproximar a menos de 500 metros de Sebastián. Patricia grita enquanto é levada algemada. Sebastián arruinou minha vida. Eu queria ter batido nele com mais força.

Sua falta de remorso garante que ele cumprirá cada dia de sua sentença. A recuperação de Sebastian é longa; fisicamente saudável em semanas, emocionalmente leva meses. Pai, eu ainda tenho pesadelos de que a mamãe está vindo me buscar. Ela está na prisão, filho. Ela não pode sair. Mas e se ela escapar? Há guardas, há muros, há câmeras.

É impossível. Sebastián também desenvolveu fobia de cintos. Ele não consegue ver um sem ter um ataque de pânico. Diego removeu todos os cintos de casa. Ele usa suspensórios ou calças que não precisam deles. O Dr. Vargas conseguirá superar essa fobia com o tempo e terapia. Provavelmente sim, mas pode ser uma fobia que persista em algum grau ao longo de sua vida.

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