Por que uma postura tão ousada?

Por que uma postura tão ousada?

“Andrzej não tem onde morar”, disse Walentyna P., largando a bolsa no chão. “Lubka e as crianças já estão de mudança. Então pegue suas coisas e desocupe o quarto.”

Marina olhou para Andrew. Ele desviou o olhar, encarando os sapatos perto da porta.

“Sério?”, perguntou ela.

André permaneceu em silêncio.

“É sério?”, respondeu Valentina P. por ele, entrando na cozinha. “Eu trouxe as caixas. Comece a empacotar.”

—Não vou a lugar nenhum—respondeu Marina calmamente.

Valentina P. parou e se virou.

– Comprar?

“Eu disse: ‘Não vou sair daqui.’ Marina se levantou, endireitando os ombros. ‘Este é o meu apartamento. E se alguém vai sair daqui, é você.'”

“Você enlouqueceu?”, resmungou minha sogra. “Andrzej, diga alguma coisa!”

Andrzej permaneceu em silêncio. Parecia que queria desaparecer no subsolo.

“Você nem está tentando me defender?” Marina olhou para ele, com o coração pesado de dor e raiva. “Você estaria disposto a sacrificar sua esposa pela sua mãe?”

—Marinko, não complique as coisas — ele finalmente conseguiu dizer.

“Fácil?”, ele riu. “Você e a mamãe vieram me expulsar da minha própria casa, e agora estão me dizendo para não fazer isso?”

“Vocês estão exagerando!” exclamou Walentyna P. “Só estamos pedindo que vocês se afastem por um momento! Lubka não tem onde morar!”

“E quanto a mim?” Ela deu um passo em direção a ele. “Onde eu vou morar? Na rua? Num porão? Ou você e a Lubka já combinaram de eu me mudar para o apartamento dela, que tem um quarto, e você dividir um apartamento aqui?”

“Não seja tão dramática”, disse minha sogra, acenando com a mão. “Você sempre foi histérica.”

“Histérica?” Marina sentiu algo se romper dentro de si. “Estou histérica porque não quero sair do meu apartamento? E quem é você? Uma santa? Aquela que veio com o filho para me expulsar?”

“Você disse que ia embora!” Andrew gritou de repente.

“Eu disse que ia pedir o divórcio”, respondeu Marina friamente. “E vou mesmo. Mas o apartamento ainda será meu. E se você quiser morar com sua mãe e Lubka, fique à vontade. Mas você não tem espaço aqui.”

Andrew empalideceu.

-Você não pode fazer isso.

“Por quê?” Ela atravessou o quarto e parou em frente a ele. “Você mesmo disse: se você se sente mal comigo, por que não terminamos? Eu concordo. Vá embora.”

“Esta casa também é minha!” – disse ele, cerrando os punhos.

“Não”, disse Marina, balançando a cabeça. “Este é o meu apartamento. Se você não sair por vontade própria, vou chamar a polícia.”

Valentina P. gemeu como se tivesse sido atingida.

— Você está ameaçando seu próprio marido?

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