Ela estava fugindo.
Atrás dela, em meio à chuva, uma figura gritou seu nome.
“Lily! Volte aqui!”
O peito de Lily ardia. Seus pulmões pareciam pequenos demais para o ar que ela precisava. Ela não ousou olhar para trás novamente.
Então, os faróis irromperam em meio à tempestade.
Um elegante carro de luxo preto acelerava pela estrada vazia, o motor potente e baixo. Lily congelou no meio da pista, o terror paralisando seu pequeno corpo.
“Por favor! Parem!” ela gritou, erguendo as mãos trêmulas.
Dentro do carro, o motorista exclamou, boquiaberto: “Senhor, tem uma criança!”
Os freios chiaram. Os pneus derraparam no asfalto molhado. O carro parou a poucos metros de Lily.
Por um instante, só havia chuva.
Lily correu até a janela do passageiro e pressionou as duas palmas das mãos contra o vidro.
“Por favor”, ela soluçou. “Por favor, me ajude. Não deixe que ela me veja. Se ela perguntar… prometa que você não me viu.”
Lá dentro estava Daniel Vaughn , um bilionário conhecido por construir impérios do nada. Um homem que negociava acordos milionários sem pestanejar.
Mas quando ele olhou para o menino de oito anos encharcado e trêmulo do lado de fora da janela—
Sua compostura se desfez.
Seus olhos não estavam apenas assustados.
Eles estavam desesperados.
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