“Se você decidir me humilhar na frente de todos, eu permanecerei em silêncio…”

“Se você decidir me humilhar na frente de todos, eu permanecerei em silêncio…”

Ela entrou no quarto e arrumou a mala, calmamente, sem alarde. Como alguém que não havia tomado nenhuma decisão naquele dia.

Quando ele saiu, Viktor Semyonovich estava parado junto à janela.

“Desculpe”, disse ele sem se virar. “Não vi muita coisa.”

Marina assentiu com a cabeça.

“Você não precisa se desculpar. Você simplesmente não interferiu. Assim como seu filho.”

Ela saiu, fechando a porta com cuidado.

Alguns meses depois,

Marina alugou um pequeno apartamento perto do trabalho. Ela morava sozinha. Pela primeira vez em muito tempo, sentia-se livre do estresse constante.

Ele já não se incomodava com a entonação das vozes alheias.

Ele não poupou palavras.

Eu não esperava um golpe.

Dima ligou. Várias vezes. Depois parou.

 

 

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