“Onde você comprou isso?” – exclamou a avó milionária ao ver o colar de uma garçonete.

“Onde você comprou isso?” – exclamou a avó milionária ao ver o colar de uma garçonete.

Ele quer nos assustar, e vai conseguir. Amelia o abraçou. Não, querido, não temos nada a temer. No dia seguinte, Amelia foi direto para a mansão e contou tudo para Elena. O quê?! exclamou a velha indignada. Quem se atreveu a lhe fazer essa proposta? Ela disse que estava falando em nome da família. Isso é mentira, eu jamais mandaria alguém.

Este documento tinha a assinatura de Julian e Beatriz. Nesse exato momento, ambos entraram na sala. Beatriz carregava uma pasta grossa debaixo do braço e sorriu maliciosamente. “Estávamos falando de você agora mesmo”, disse ela triunfante. “Temos provas de que Amelia tentou extorquir a família.” “O quê?” Amelia deu um passo para trás. Beatriz colocou a pasta sobre a mesa e tirou um aparelho. “
Aqui está a gravação da nossa sobrinha pedindo 2 milhões em troca de desaparecer.” Ela ligou o aparelho e imediatamente uma voz feminina distorcida foi ouvida exigindo dinheiro, enquanto a voz de Marcus confirmava o acordo. “Isso é falso!” Amelia gritou, com lágrimas nos olhos. “Eu nunca disse isso. Todos os golpistas dizem a mesma coisa”, comentou Beatriz sarcasticamente.
Elena observava a cena, com o coração partido. Ela amava o filho, mas o desespero nos olhos de Amelia era muito real. “Mãe, abra os olhos”, interveio Julian. “Essa garota só quer a sua fortuna.” Amelia levou as mãos ao rosto, soluçando. Talvez eu devesse ir embora. Não quero causar mais mal. Ninguém sairá desta casa até que a verdade venha à tona.

Elena afirmou com firmeza. Horas depois, Amelia, desesperada, começou a juntar seus poucos pertences do quarto de hóspedes. Ao mover uma caixa que havia esquecido em um canto do armário, vários envelopes amarelados caíram no chão. Ela os pegou, curiosa. O remetente, escrito com caligrafia trêmula, dizia: Isabel Reid para Elena Van.

Amelia abriu uma carta com as mãos trêmulas. “Querida mãe, Daniel está muito doente. Precisamos de dinheiro para o tratamento dele. Por favor, responda.” Ela abriu outra. “Tive uma filha. Dei o nome de Amelia a ela. O nome que você sempre disse que daria à sua primeira neta. Gostaria que você pudesse conhecê-la.” Em outra carta, ainda mais dolorosa, Julian me disse que eu o havia rejeitado para sempre, que eu não me considerava mais sua filha.

Não vou incomodá-la mais. Adeus. O coração de Amelia parou. Ela correu com os envelopes na mão até o quarto de Elena. “Veja, minha mãe escreveu para você durante 20 anos.” Elena, com as mãos trêmulas, abriu carta após carta. Cada uma era um grito de socorro, um apelo por reconciliação. “Meu Deus”, murmurou entre lágrimas.

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