“Sofia ficou muito zangada”, disse Daniel. “Mas também a perdoou.”
Ao ouvir isso, Elena soube que sua filha continuava sendo a mesma menina de coração enorme.
Naquela mesma tarde, eles foram juntos à clínica.
A jornada parecia interminável. Elena apertava um rosário entre os dedos. Temia que tudo fosse um sonho cruel. Temia que Sofia não a reconhecesse. Temia que Sofia não quisesse vê-la.
Ao entrarem, uma jovem de cabelos escuros e trançados ergueu os olhos do balcão. Seus olhos brilharam ao ver Daniel.
“O que você está fazendo aqui?”, perguntou ele com um sorriso.
Então ele olhou para Elena.
O tempo parou.
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