“Diga-me que a prova não era sua!” ela gritou assim que me viu. Sua voz embargou ao dizer a última palavra.
Fechei a porta devagar e coloquei minha bolsa no chão. Não gritei. Não chorei. Algo dentro de mim se acalmou, se estabilizou, como o olho do furacão.
“É meu, querida”, eu disse baixinho.
Ele cerrou os punhos. “Então, quem é?” perguntou. “Quem é, Emma?”
“Não há mais ninguém”, eu disse, olhando-o nos olhos. “Nunca houve.”
Ele riu amargamente. “Você espera que eu acredite nisso? Os médicos disseram…”
“Eu sei o que os médicos disseram”, interrompi gentilmente. “E se você quiser o divórcio, eu não vou impedi-la.”
Isso o deixou paralisado.
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