Risco Cardíaco: O Que Mostram os Estudos de Longo Prazo.
Numerosos estudos populacionais concordam que o maior consumo de carne processada está associado a um risco maior de doenças cardiovasculares. A Associação Americana do Coração resume essas descobertas afirmando que o consumo regular de carne processada está associado a um risco significativamente maior de doença cardiovascular aterosclerótica.
Mesmo uma porção diária, como um cachorro-quente ou frios fatiados, pode aumentar cumulativamente o risco ao longo do tempo.
Diabetes tipo 2: não é apenas um problema de açúcar.
Embora o diabetes tipo 2 esteja principalmente associado ao consumo de açúcar, também está ligado à inflamação crônica, à qualidade nutricional e aos alimentos ultraprocessados.
Pesquisas da Escola de Saúde Pública TH Chan de Harvard mostram que cada porção adicional diária de carne processada está associada a um risco significativamente maior de desenvolver diabetes tipo 2, mesmo sem consumo extremo.
Parte do problema é que esses alimentos estão substituindo opções mais benéficas, como leguminosas, grãos integrais e proteínas minimamente processadas.
Novas evidências sobre saúde cerebral e demência:
Estudos apresentados à Associação de Alzheimer sugerem que o consumo regular de carne processada também pode estar associado a um risco aumentado de demência.
Embora a pesquisa nessa área continue, os resultados são consistentes com o que já foi observado na saúde cardiovascular: o que danifica os vasos sanguíneos e o metabolismo também afeta o cérebro.
Como você pode reduzir o consumo de carne processada na vida real?
Reduzir não significa eliminar completamente de uma vez. A chave está na frequência e na substituição.
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