Por que o consumo excessivo dessa carne pode representar um risco para a sua saúde.

Por que o consumo excessivo dessa carne pode representar um risco para a sua saúde.

A ligação com o câncer: não é um boato, mas uma classificação oficial.
Uma das descobertas mais surpreendentes vem da pesquisa sobre o câncer. A Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer, órgão da Organização Mundial da Saúde, classificou a carne processada como cancerígena para humanos.

Isso não significa que todos que comem presunto ou bacon necessariamente desenvolverão câncer, mas há evidências suficientes e consistentes de que seu consumo aumenta o risco, especialmente de câncer de cólon.

A própria OMS esclarece um ponto importante: essa classificação indica a força das evidências científicas, e não que o nível de risco seja comparável ao de outros carcinógenos, como o tabaco. Contudo, reduzir a ingestão de um alimento é uma decisão sensata quando ele atinge esse nível de evidência para consumo diário.

Nitratos, nitritos e compostos que se formam no intestino.
Muitas carnes processadas utilizam nitratos e nitritos para conservar o produto e conferir-lhe a sua cor característica. No organismo, esses compostos podem ser convertidos em compostos N-nitroso, substâncias que demonstraram ser cancerígenas em estudos com animais e estão associadas a um risco aumentado de câncer em humanos.

O Instituto Nacional do Câncer alerta que dietas ricas em carne processada promovem a formação desses compostos, especialmente quando combinadas com:

Cozinhe em altas temperaturas.

Baixa ingestão de fibras

Presença de ferro heme (típico da carne vermelha)

Ao contrário dos nitratos encontrados nos vegetais, que fornecem fibras e antioxidantes protetores, esses compostos presentes na carne processada fazem parte de um “pacote de riscos”.

Excesso de sódio, pressão alta e danos cardiovasculares:
a carne processada é uma das fontes ocultas mais significativas de sódio na dieta moderna. O sódio não está presente apenas na superfície dos alimentos, mas também é incorporado à sua estrutura para conservá-los.

A Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA) observa que mais de 70% do sódio que consumimos provém de alimentos processados ​​e preparados, categoria na qual a carne processada é o principal foco.

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) associam o excesso de sódio a:

Hipertensão

Maior risco de ataques cardíacos

Aumento do risco de AVC

Os danos geralmente são silenciosos e progressivos, afetando os vasos sanguíneos e o coração ao longo dos anos.

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