“Esse homem está causando problemas”, reclamou Glenda. “Ele obviamente não é um cliente de verdade.”
Sem hesitar, o Sr. Chua gritou: “Segurança! Tirem-nos daqui agora! Eles estão arruinando o ambiente da minha loja!”
Ramón tirou do bolso um maço grosso de notas: notas cuidadosamente amarradas.
“Pagarei em dinheiro vivo”, disse ele firmemente.
Em vez de recuar, Glenda zombou.
“Esse dinheiro é roubado! Você não poderia tê-lo ganho honestamente! Guarda, prenda-o!”
Nina caiu em prantos.
“Papai, vamos… Estou com medo.”
Ramón se inclinou e a abraçou.
“Não fizemos nada de errado”, sussurrou ele.
O guarda agarrou o braço de Ramón.
QUANDO O VERDADEIRO DONO CHEGOU
“ALTO.”
Uma voz autoritária ecoou por toda a loja.
Entrou um homem de terno preto: Edward Tan, o gerente geral de todo o Luxe Mall, seguido por membros do conselho.
O Sr. Chua endireitou-se imediatamente.
“Bom dia, Sr. Edward”, disse ele, nervoso. “Estamos lidando com um ladrão que tentou invadir…”
Edward não a deixou terminar.
Seus olhos se fixaram em Ramón. Seu rosto empalideceu.
Ele correu para a frente, empurrou o guarda para o lado e se inclinou profundamente: noventa graus.
“Bom dia, Sr. Presidente”, disse Edward, com a voz trêmula.
A loja ficou em completo silêncio.
“Presidente?” Glenda sussurrou, paralisada.
Edward se virou para a multidão atônita.
“Este é Don Ramón Velasco, dono da Velasco Prime Holdings. Ele é o proprietário deste shopping center, deste terreno e da empresa que paga os seus salários.”
Rostos sem cor.
O homem de quem estavam zombando não era pobre.
Ele era dono de tudo.
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