Tatiana ficou de pé de lado. Como uma sombra. Como um móvel.
“Esta é Tanya”, disse ele finalmente. “Minha… concubina.”
As palavras o magoaram.
E então, um pedido. Vá para a cozinha. Aqueça. Sirva.
Sim, porque ela estava acostumada.
Clímax
Ele parou à porta do quarto, com o prato na mão.
As vozes ficaram mais baixas. Mais próximas. Mais sinceras.
“Que tipo de esposa ela é?”, disse Vitalik preguiçosamente. “Só uma parasita. A gente a mantém por perto por pena. Ela não tinha para onde ir. Ela é conveniente: cozinha, limpa, traz o dinheiro para casa. Mas isso não é amor. Não sei como me livrar dela.”
Cada palavra caía lentamente, pesada como uma pedra.
Tatiana ficou ali parada, prendendo a respiração. Naquele instante, algo dentro dela finalmente se rompeu, não de repente, mas silenciosamente. Como uma mola cansada.
Ele compreendeu tudo.
Conclusão
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