Antes de partir, ele gritou da porta, ferido e desesperado:
—Você acha que dinheiro te torna uma pessoa melhor?
Abracei meu filho contra o peito.
Respirei fundo.
E respondi com uma calma que nem sabia que possuía:
—Não. Seu abandono me libertou.
Ele foi embora.
A herança do meu avô não foi o melhor presente.
O verdadeiro presente foi me obrigar a abrir os olhos…
antes de desperdiçar mais uma década da minha vida com alguém que nunca foi bom o suficiente para mim.
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