Eu dirijo um ônibus escolar: mesma rota, mesmas crianças… até ela aparecer. Todas as manhãs, ela entra por último, de cabeça baixa, e enfia apressadamente alguma coisa embaixo do mesmo assento, como se estivesse apavorada que alguém a visse. Hoje, finalmente fui até o fundo do ônibus. “O que você está escondendo?”, perguntei. Ela estremeceu, mal respirando, e sussurrou: “Por favor… não. Eles vão machucá-lo.” Mexi embaixo do assento dela… e meu sangue gelou. Porque não era uma sacola. Era uma prova.

Eu dirijo um ônibus escolar: mesma rota, mesmas crianças… até ela aparecer. Todas as manhãs, ela entra por último, de cabeça baixa, e enfia apressadamente alguma coisa embaixo do mesmo assento, como se estivesse apavorada que alguém a visse. Hoje, finalmente fui até o fundo do ônibus. “O que você está escondendo?”, perguntei. Ela estremeceu, mal respirando, e sussurrou: “Por favor… não. Eles vão machucá-lo.” Mexi embaixo do assento dela… e meu sangue gelou. Porque não era uma sacola. Era uma prova.

 

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