O salão da Casa da Cultura estava abafado. O ar estava…

O salão da Casa da Cultura estava abafado. O ar estava…

“Ligue-o.”

A tela atrás dela acendeu.

Primeiro, a escuridão. Depois, a voz de Anatoly. Gravada. Confiante. Desdenhosa.

Ele falou de como a havia suportado. De como a havia desprezado. De como a havia usado. De como planejava se livrar dela assim que a empresa estivesse totalmente registrada em seu nome. Falou de sua amante. De como “uma esposa doente é um contraponto conveniente”.

Cada palavra o impactava mais do que a anterior.

As pessoas na sala permaneceram imóveis.

Anatoly empalideceu. Tentou dizer algo, mas o microfone falhou.

Tamara se levantou.

“Durante quinze anos vivi com um homem que me odiava”, disse ela calmamente. “Hoje, essa vida acabou.”

Ele se virou e caminhou em direção à saída.

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