“Pago depois. Irka precisava disso com urgência; tudo poderia voltar a qualquer momento…”
Lena riu. Alto. Foi assustador.
—Você pagou a conta de luz para sua irmã? Ou a hipoteca? Ou a conta de gás? Ou o jantar do seu filho?
—Lena, não comece…
—Terminei, Denis.
Ela saiu para o corredor. Abriu o armário. Jaqueta. Documentos. Chaves.
Chaves do carro.
Ele se levantou de um salto.
-Onde você está indo?!
—Resolva nosso problema. Se não conseguir.
—Você está louco?! Este é o meu carro!
Lena se virou. Seus olhos estavam secos.
—Não. Essas são nossas dívidas. O que significa que o carro é nosso.
Ele se levantou de um salto, mas tropeçou num banquinho. Estúpido. Patético. Simbólico.
“Você não tem esse direito!”, gritou ele.
—Não tenho o direito de viver sem luz ou comida, Denis. Todo o resto é secundário.
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