O sargento Victor acabara de retornar de sua missão em Marawi, na esperança de finalmente abraçar sua esposa Sarah após nove longos meses de separação.
Em vez de um abraço caloroso, ele foi recebido por um caixão no meio de sua própria casa.
“Foi um ataque cardíaco, Pare. Foi tão repentino”, disse Eric, irmão de Sarah, com a voz trêmula, embora parecesse ensaiada. “Não pudemos fazer nada.”
Victor sentiu seu mundo desmoronar. Ele havia arriscado a vida servindo aos outros, apenas para voltar para casa e encontrar isso?
Ao lado do caixão estava Tagpi, seu fiel golden retriever. O cão estava inquieto, latindo incessantemente e arranhando a madeira.
“Cala a boca desse cachorro!” Eric gritou, chegando a chutar Tagpi. “Mostre um pouco de respeito!”
“Não o toque”, advertiu Victor, colocando-se entre eles. Ele se ajoelhou ao lado do cachorro. “O que foi, meu filho? Você está com saudades da mamãe?”
Mas Tagpi não se acalmava. Começou a latir novamente, encarando Victor fixamente, depois empurrou o caixão e puxou insistentemente a perna da calça de Victor.
Victor sentiu um arrepio. Anos como soldado o haviam treinado para pressentir quando algo estava errado. E ele confiava naquele cão.
Ele se levantou lentamente.
“Abram o caixão”, ordenou Victor.
Eric empalideceu. “P-por quê? Já está preparado. O médico disse que não devia ser aberto… algo sobre infecção…”
“Não me importa”, disse Victor firmemente, com a mão perto da caixa. “Abra. Agora.”
Intimidados, os funcionários da funerária obedeceram.
Victor olhou para Sarah. Ela estava pálida, mas algo não parecia certo.
Tagpi latiu alto novamente.
Victor pegou a mão de Sarah. Não estava fria. Ainda estava quente.
Ele se inclinou para mais perto, prendendo a respiração.
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