Não era.
Dois anos depois, numa manhã ensolarada de segunda-feira, saí de um veículo compartilhado no centro de Fort Worth e me dirigi à torre de vidro onde eu trabalhava.
Do outro lado da rua, um SUV preto parou.
Meus pais e Brooke saíram rindo alto.
No início, eles não me reconheceram.
Então Brooke parou de repente. “Natalie?”, exclamou ela. “O que você está fazendo aqui?”
Donna sorriu com ar de superioridade. “Entrevistas?”, perguntou ela docemente. “A entrada da equipe de limpeza fica nos fundos.”
Rick deu uma risadinha.
Olhei para o prédio polido atrás de mim. As letras prateadas diziam:
HARTWELL TECHNOLOGIES — SEDE CORPORATIVA.
Coloquei meu distintivo na minha jaqueta para que eles pudessem vê-lo.
ENGENHEIRA DE SOFTWARE — NATALIE PIERCE.
Seu riso evaporou.
O sorriso do meu pai desapareceu. Brooke piscou rapidamente. O sorriso de Donna enfraqueceu.
“Então você fez alguma coisa”, disse ela alegremente.
Eu me acalmei. “Sim.”
“Por quanto tempo?” perguntou Rick.
“Oito meses.”
“E você não nos contou?”, insistiu Donna.
“Você deixou de me apoiar no dia em que tentou trocar minha educação pelo apartamento da Brooke”, respondi.
Brooke revirou os olhos. “Você ainda está obcecada com isso?”
“Sim”, respondi simplesmente.
Funcionários entravam e saíam atrás de mim, com seguranças em alerta máximo. Aquela não era mais a nossa mesa de cozinha.
Rick baixou a voz. “Estamos aqui porque Brooke tem um apartamento por perto. Já que você está bem… pode ajudar.”
Lá estava.
Nem orgulho. Nem reconciliação.
Extração.
“Você riu quando eu fui embora”, eu disse calmamente. “Você me disse para abandonar a escola.”
Os olhos de Donna brilharam. “Você foi egoísta.”
“Eu estava me protegendo.”
Rick respondeu rispidamente: “Você nos deve uma.”
“Não”, eu disse. “Você me mostrou o meu valor.”
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