Durante anos, acreditei que a distância protegia a justiça. Que a empatia exigia contenção.
Juniper me ensinou o contrário.
A compaixão não enfraquece a justiça.
Isso o humaniza.
Em tardes tranquilas, quando a luz do sol filtra pelas janelas do tribunal, pratico seu ritmo respiratório: quatro respirações, seis respirações. Sinto que sua cadência constante me ancora ao presente.
Minhas pernas não mudaram.
Mas algo dentro de mim, algo que havia se tornado rígido, se moveu novamente.
E, à sua maneira pequena e inabalável, uma menina ajudou a trazê-lo de volta à vida.
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