Às vezes, as pessoas me perguntam se eu faria tudo de novo. A resposta é simples: uma mãe nunca se aposenta de proteger. E uma sociedade que ignora o problema também é cúmplice.
Essa história não é incomum. Ela acontece em bairros tranquilos, em famílias “respeitáveis”, a portas fechadas. É por isso que pergunto a você, leitor: o que você faria se essa ligação fosse de alguém que você ama? Você acha que ainda existem muitas Lauras cujas vozes não são ouvidas?
Se esta história te fez refletir, compartilhá-la pode ser o primeiro passo para ajudar alguém a se sentir menos sozinho. Deixe sua opinião, sua experiência ou simplesmente uma palavra de apoio. Às vezes, um comentário é mais poderoso do que você imagina.
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