“ Mãe, vem me buscar, por favor… ” A voz da minha filha Laura estava embargada, um sussurro abafado pelo medo. Antes que ela pudesse dizer mais alguma coisa, a ligação caiu. Fiquei olhando para o telefone por um tempo que pareceu uma eternidade. Não liguei para a polícia. Não hesitei. Disquei direto para o meu antigo grupo. Eles sabiam que, se eu ligasse àquela hora, não seria um engano.
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