IRMÃO, ONDE ESTÁ A MANSÃO QUE EU TE PEDI PARA CONSTRUIR? POR QUE VOCÊ ESTÁ DORMINDO NUM CURRAL DE PORCOS?

IRMÃO, ONDE ESTÁ A MANSÃO QUE EU TE PEDI PARA CONSTRUIR? POR QUE VOCÊ ESTÁ DORMINDO NUM CURRAL DE PORCOS?

“IRMÃO, ONDE ESTÁ A MANSÃO QUE EU PEDI PARA VOCÊ CONSTRUIR? POR QUE VOCÊ ESTÁ DORMINDO NUM CURRAL DE POIS?!”

Adrian era engenheiro civil em Dubai. Durante dez longos anos, trabalhou sob o sol escaldante do deserto.

Todos os meses, ele enviava quase oitenta por cento do seu salário para o irmão mais velho, Ramó. A exigência era sempre a mesma, clara e repetida em cada telefonema:

—Irmão, construa para nós uma grande mansão. Quero que, quando eu voltar, sua família seja rica e respeitada.

 

Ramó sempre respondia com voz calma: —Sim, Adriana. Já está sendo feito. Está ficando muito bonito.

Mas Puca enviou fotos. Ela disse que queria que fosse uma surpresa total quando voltasse.

Adrian confiava cegamente em seu irmão. Ramó era o mais velho, aquele que sempre cuidara dele desde a infância.

Quando seus pais morreram em um acidente de moto, Ramó abandonou a escola para trabalhar e cuidar de ambos.

Adriana Puca se esqueceu desse sacrifício. Por isso, trabalhou até a exaustão em Dubai.

Às vezes, eu passava dias inteiros sem comer direito só para mandar mais dinheiro para casa.

Ele sonhava com o dia em que retornaria triunfante. Imaginava uma mansão de dois andares com jardim, portões de ferro forjado e uma garagem espaçosa.

Ele imaginou seu irmão esperando por ele na entrada, orgulhoso. Imaginou que finalmente poderia viver sem preocupações.

Mas a realidade era bem diferente.

Adrian decidiu voltar sem avisar. Ela queria surpreender Ramó com sua chegada inesperada.

Ele comprou a passagem mais barata e voltou para as Filipinas. Levava apenas uma pequena mala e o coração cheio de esperança.

Quando o triciclo o deixou em frente à propriedade da família, o mudo foi visto lá embaixo em um segundo.

Não havia mansão. Não havia porto. Não havia colunas brancas nem varandas.

Só restavam a velha cabana de madeira e o cano, com o telhado meio destruído e as paredes desgastadas pelo tempo.

Ñ ​​​​Åп lado, eп lo qυe aпtes era el curral de cerdos, había Åпa lopa raída cυbrieпdo Åп espacio dimiпυto.

Debaixo daquela laje, deitado sobre carroças sujas, estava Ramó.

 

 

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